Treinador diz que prefere treinos em que pode passar mais intruções aos jogadores e crê que simulação de jogo desgata o time
O Bahia que enfrenta o Cruzeiro no próximo domingo, na Arena do Jacaré, terá cinco mudanças em relação ao time que empatou em casa, na última rodada, contra o Botafogo. No entanto, o time ainda não disputou um coletivo nesta semana.
Para o treinador René Simões, isto não é problema. O técnico reconheceu que seu estilo de trabalho não prioriza a simulação de jogo. Além disso, o fato de ter apenas um campo no CT do Fazendão e com o gramado considerado duro também colabora com a decisão.
- Eu faço poucos coletivos. Quando eu tenho Pituaçu, menos mal, porque alí é uma chance que eu não quero perder e eu não aproveitar as condições do gramado. Mas tem alguns tipos de treino que você faz que até ajuda mais, que pode parar mais as jogadas, como fizemos hoje. Acho que tem surtido efeito. Gosto do treino em que posso passar mais instruções, além disso, o coletivo desgasta demais os jogadores.
Matéria da Globo.com
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Precisamos de campo urgente…
15/07 às 13:58
E OVIO, PROFESSOR PARDAL.
15/07 às 15:32
Pelos times (titular e reserva) escalados, parece que Renê está sendo mais coerente e menos “Pardal”.
É isso aí. Pode até jogar mal e perder, mas faça o simples. Sem invenção!!
15/07 às 18:34
claro… coletivo em que os atletas jogam de qualquer forma é apenas um baba! treino com bola deve ser parado mesmo, mostrando o melhor posicionamento e a jogada que poderia ser feita… repetir as bolas paradas até acertar as movimentações etc… isso faz resultado na hora do jogo e até mesmo em títulos, não é a toa que muricy ramalho está sempre papando algum título, dizem ser o mais trabalhador entre os técnicos, detalhista e exigente naquilo que ele acha melhor pra equipe!
16/07 às 10:30
Com coletivo ou sem coletivo com tático ou não eu quero é que o BAHIA VENÇA
16/07 às 21:03