Matéria do Jornal A TARDE

Empresário de Ávine está, de forma irregular no Conselho
A entrada dos novos nomes para formar o Conselho Deliberativo do Bahia não obedeceu às normas disciplinadas pelo próprio estatuto do clube, e, portanto, estaria irregular.
A reportagem do A TARDE ESPORTE CLUBE apurou junto a alguns destes novos escolhidos a data de entrada no conselho, ficando evidente o descumprimento ao documento que rege o Bahia.
O vereador Paulo Câmara (PSDB), por exemplo, tornou-se conselheiro há um ano e meio, sem nunca ser sócio do clube, conforme o próprio admite: “Entrei a convite de outros amigos. Nunca fui sócio, entrei diretamente”. Seu nome foi um dos 58 que substituíram antigos conselheiros, conforme apresentado pelo site oficial do Bahia em outubro deste ano.
Pelo artigo 15 do capítulo III do Estatuto do Bahia, está disposto que: “podem ser eleitos como membros do Conselho Deliberativo todos os sócios das categorias Fundador, Remido, Patrimonial e Contribuinte, desde que estejam em dia com suas obrigações”.
Outro que também estaria fora do que é regulamentado pelo estatuto é o empresário Oldegard Filho, agente do jogador Ávine. “Entrei no Bahia como sócio em 2008 ou 2009, não me lembro exatamente. Em 2009, fui eleito suplente e agora fui efetivado como conselheiro”, afirma o próprio empresário.
Pelo artigo 41 do Estatuto, está posto que o sócio patrimonial adquire o direito de votar após 12 (doze) meses e de ser votado após 36 (trinta e seis) meses da sua admissão. Oldegard teria sido votado na chapa como suplente antes de cumprir o período de carência determinado pelo clube.
Euclides, baseado na matéria acima, não há o que comentar, apenas cobrar justificativas convicentes do presidente do E.C. Bahia ou do presidente do conselho e dos que atacam a oposição por não terem sido cúmplices desta situação.
Até agora eu só li e ouvi estas pessoas fugindo do assunto que provocou a liminar da oposição.
08/12 às 12:07
Comprovando meu comentário anterior, segue texto e link da matéria de hoje no jornal A Tarde:
“O vice-presidente social do Bahia, Jackson Picanço, responsável pela inscrição e desfiliação dos conselheiros, disse ter analisado os documentos do vereador Paulo Camara, afirmando que “ele estava regular”.
Indagado pela reportagem se Camara era de fato sócio do Bahia (na publicação de ontem de A TARDE o político admitiu ter virado conselheiro sem ter sido sócio), Picanço se limitou a responder de forma evasiva. “A situação dele é regular”, disse.
http://www.atarde.com.br/esporte/noticia.jsf?id=5790951&t=“Vamos+apurar+qualquer+irregularidade”+diz+Acioly+sobre+conselheiros+do+Bahia
08/12 às 13:44